Pixel do Facebook

Uma dúvida recorrente é sobre o que é o como funciona o pixel do Facebook, então para facilitar, coloquei aqui um vídeo bem passo-a-passo de como fazer isso.

Não deixe de ver próximo post, onde mostro a configuração de uma conversão, o link estará após o vídeo.

O que é o pixel

O pixel é um trecho de código fornecido pelo Facebook Ads para marcar as páginas do seu site. Muito semelhante à TAG do Google Analytics, que acompanha as visitas do seu site.

Como instalar

A instalação é muito simples, basta copiar e colar, e se você estiver usando o WordPress assim como eu, no vídeo eu te mostro até como fazer isso usando a instalação de um plugin.

E como utilizar?

Após instalado e configurado, o pixel te fornece importante informações sobre o comportamento do seu visitante, fornecendo dados de conversão, que pode ser um lead, um usuário que baixou ebook, comprou um produto ou visualizou uma página importante. Eu mostro tudo abaixo.

Veja o vídeo

E depois?

Agora o próximo passo é criar uma conversão personalizada. Mas isso será assunto para um outro post.

Como saber quando de parar uma campanha?

Está é outra pergunta muito comum que sempre acabo tendo que responder.

Quando devo parar a campanha do Facebook?

É importante que você saiba analisar corretamente os gráficos fornecidos para saber o que fazer e que medidas tomar para contornar o problema e evitar prejuízos.

Neste vídeo abaixo mostro uma campanha com objetivo de conversão, que após alguns dias de veiculação deixou de performar como o esperado.

Espero que esse breve vídeo te ajude a entender melhor como atuar nas campanhas do Facebook Ads.

Para ver mais vídeos como esse e tirar suas dúvidas sobre campanhas patrocinadas, entre no meu grupo do Facebook

PROJETOS DIGITAIS – EDUARDO WATANABE

Quantos leads eu preciso para gerar uma venda?

Afinal, quantos leads eu preciso para fazer uma venda?

A resposta é muito simples, depende do seu trabalho e da sua dedicação após a aquisição do lead.

No vídeo abaixo mostra como algumas contas podem te ajudar a descobrir este número mágico.

Mas não é só isso, você vai verificar como e onde melhorar para ter mais resultados ainda, ou seja aumento de vendas ou mais aquisições do seu serviço.

Dá o play aí, assistia até o final.

A planilha que utilizei durante este vídeo está logo aqui (não quero seu e-mail).

Não se esqueça de participar do meu grupo de Facebook que eu link está aí abaixo.

PROJETOS DIGITAIS – EDUARDO WATANABE

Como aumentar o tráfego do seu site

É bem provável que você já tenha lido diversos textos sobre como aumentar o tráfego do seu site, mas desta vez não quero que você saia daqui sem ter pelo menos um plano de ação em mãos para aumentar seu tráfego.

Ao final desse texto vou destacar um método que utilizo e agora posso compartilhar com você. Então fique até o final.

Melhor do que falar aqui por horas, é dar um exemplo claro.

Tráfego orgânico e tráfego pago

Bete é dona de uma loja de artigos para artesanato, em seu site, ela publica algumas instruções passo a passo de algumas peças para gerar a venda dos seus produtos. Então no momento em que alguém procura por instruções sobre faça você mesmo, a loja de Bete aparece nas buscas do Google.

Este é o caso de tráfego orgânico em buscadores. Técnicamente, também é chamado de SEO – Search Engine Optimization, mas vamos deixar os termos em inglês de lado.

Mas Bete precisa de mais tráfego para o seu site, que geram vendas posteriores, então além das visitas orgânicas, Bete possuí um grupo de palavras-chave importantes para o seu negócio com patrocínio no Google Adwords. Este é o caso de tráfego pago em buscadores, você também pode encontrar o termo PPC, Pay-per-Click ou Pago por Clique numa tradução direta.

Com essas ações conjuntas e coordenadas, Bete faz com que seu negócio funcione sem depender de pessoas visitando a sua loja física, ela usa a internet para divulgar todas as suas ações. Mas ela queria um pouco mais…

Facebook e Mídias Sociais

Bete, essa mesma do caso acima, percebeu que garotas como a filha dela de 17 anos, não procura pelos produtos no Google, muito menos tem paciência para procurar sobre artesanato na internet.

Então com a ajuda da filha, começou sua página no Facebook sobre Artesanato, que novamente, promove sua loja de artigos para artesanato, misturando uma boa comunicação que conta com fotos, vídeos e links para os artigos que ela já tinha o hábito de produzir.

Agora, ela expandiu sua presença na internet usando uma página no Facebook, e a cada novo lançamento de produto, pode anunciar tanto em seu site como nas redes sociais.

Bete está muito mais feliz, pois além de distribuir conteúdo, agora pode conversar com seus clientes pela caixa de mensagens da sua página, recebe fotos dos artesanatos produzidos pelos seus clientes usando seus produtos e claro, as vendas subiram graças ao seu aumento de visibilidade.

Agora é sua vez

Como você viu nessa história acima, é importante diversificar as suas fontes de tráfego. É bem provável que algumas dessas ações você já faça, principalmente as ações para os buscadores como o Google e Bing.

Eu tenho recebido muitas dúvidas sobre redes sociais, comecei um grupo no Facebook para responder diversas dúvidas e também criei um curso voltado para iniciantes mostrando como utilizei de estratégia e planejamento para fazer uma página sair do ZERO até chegar a 5000 curtidas, hoje ela já tem mais de 14 mil curtidas.

Caso você queira participar, clique no link abaixo e entre para o grupo.

Grupo no Facebook – Projetos Digitais – Eduardo Watanabe


Copywriting – Minha experiência aplicando novas técnicas

Quem está trabalhando com marketing digital tem que saber que aplicar novas técnicas sempre deve ser uma rotina.

Apesar de já aplicar muitas das técnicas conhecidas em copywrting, depois de conhecer o trabalho do Victor Palandi pude aplicar algumas das dicas compartilhadas por ele nas minhas comunicações por e-mail.

Vamos para o que interessa que são os resultados:

Separei uma lista com 13738 e-mails para um disparo e foram

4474 Aberturas de email (32,5% de taxa de abertura)
1052 Cliques (23,5% de taxa de cliques)
53 aberturas de carrinho (5% de conversão na página de vendas)
26 vendas efetivas (49% das vendas finalizadas)

Mas o que eu fiz de diferente do que fazia anteriormente

Primeiro, usei um título de e-mail um pouco mais impactante, fora todos padrões que uso nas minhas comunicações nas sequências de e-mail.

Criei um texto baseado na estrutura sugerida:

AIDA – Atenção, Interesse, Desejo e Ação

A Atenção foquei no assunto do email, por isso muitas aberturas.

O Interesse, foi através da contextualização, mostrando um cenário que o avatar provavelmente se enxaixe.

O Desejo foi ativado através de uma frase que remetia a mudança de atitude, deixando de lado o passado.

E a Ação foi o convite à conhecer o produto.

Acho que os números que mostrei acima mais do que justificam a minha admiração por este método e o motivo de ter escrito este post.

E se você está lendo este post e mesmo que conheça boas técnicas de copywriting, acho que ter a mente aberta para novas ideias e metodologias é fundamental para o seu negócio.

Convido você então a ter resultados iguais e até superiores aos meus depois de conhecer o Victor Palandi, especialista em copywriting.

Ferramentas:

leadlovers

Escola do Copywriting

6 meses depois

Hoje quero falar sobre a importância de se manter uma relação próxima ao seu lead, ou ao seu comprador.

Logo cedo, verificando meu histórico de vendas notei o registro de uma conversão e por curiosidade fui buscar em minha base de contatos, como e quais as interações que esse comprador realizou anteriormente.

Resolvi relatar este caso pois demonstra muito bem como como um comprador pode demorar para realizar uma compra após ter contato com a sua marca, seu produto ou serviço.

O histórico mais antigo registrado para esse usuário é de outubro de 2016 e a venda efetivamente só aconteceu hoje 10 de Abril.

17 de outubro

Captura com isca digital
Envio de email com a recompensa (abriu email)

20 de outubro
Envio de email com conteúdo (não abriu)

21 de outubro
Envio de email com conteúdo de venda (não abriu)

25 de outubro
Envio de email com conteúdo de venda (abriu email)

03 de fevereiro
Envio de email com conteúdo de venda (não abriu)

10 de abril
Captura com isca digital
Envio email com conteúdo/recompensa
Conversão em venda

Nessa jornada foram seis envios de e-mail segmentados para este comprador, que por fim realizou uma ação em uma página de captura com uma isca digital e foi impactado pela página de vendas em seguida.

Isso só prova o que o Diego Carmona já fala neste vídeo, sobre o relacionamento com o cliente e que nem todos estão preparados para a compra na sua primeira interação com o site.

Mesmo sem a abertura de todos os emails anteriores, depois de muito tempo do contato inicial, houve uma nova identificação com a marca e consequente conversão.

Claro que a ferramenta de email não foi a única responsável por esse processo, mas podemos atribuir grande parte do sucesso à ela, pois foi através de uma estratégia de captura de email que a conversão se realizou a primeira interação com o usuário.

Já escrevi como eu trabalho meus sites aqui nesse post sobre tráfego e venda, pode ser uma boa leitura seguinte.

Ferramentas utlizadas:

  • leadlovers (automação de emails)
  • Eduzz (plataforma de vendas)
  • WordPress

O que eu aprendi sobre Google AdSense nos últimos 10 anos

Por incrível que pareça faz muito tempo mesmo desde que comecei a ganhar dinheiro pela internet. Sequer existia este boom ou esta procura por Google Adsense como existe nos dias de hoje.

Comecei usando conhecido a plataforma do próprio Google, chamada Blogger, que alguns também conhece como Blogspot.

No Blogger, existem as opções de monetização por AdSense de forma quase nativa, onde apertando alguns botões é possível configurar os blocos de anúncios.

Hoje eu não recomendaria que você comece com Blogspot, pois WordPress se mostra a plataforma incontestável e com muito mais recursos para você que quer começar ganhar dinheiro pela internet.

Um ponto importante que devo ressaltar nesses 10 anos é que muito dos meus ganhos foram graças ao que sei sobre aquisição de tráfego. SEO, ou seja, tráfego orgânico; SEM, tráfego pago – majoritariamente Google AdWords e também estratégias de mídias sociais, antes Orkut, agora Facebook.

Aprendi também que toda a estratégia de monetização deve se pautar em sites de qualidade, ou seja, sem exagerar na quantidade de blocos de anúncios e oferecendo um conteúdo de alta qualidade para o leitor.

Se você está começando agora, é preciso ter paciência, tanto para gerar tráfego como para ter os seus primeiros 100 dólares no Google AdSense. Conferir seus ganhos a cada hora, não vai fazer você ganhar mais. Por outro lado, se você se engajar em criar conteúdos, abastecer suas redes sociais, buscar dúvidas e tendências sobre o seu nicho e escrever sobre ele, fatalmente seu trabalho será recompensado.

Digo isto com propriedade, pois hoje tenho uma boa quantidade de conteúdos publicados que já possuem visitas orgânicas do Google e assim posso garantir que mesmo sem criar novos conteúdos diariamente terei receita gerada através dos cliques no Google AdSense.

A criação de textos e conteúdos para sites e blogs é algo simples num primeiro momento, principalmente se você dominar o assunto, você vai discorrer sobre ele naturalmente. Mas pode se tornar complexo quando é um assunto que você não domina.

Neste sentido, a minha recomendação é que sempre comece com algum assunto ou nicho que você conheça, assim assim a sua dificuldade para geração de conteúdo é uma barreira a menos entre você e a monetização através do Google AdSense.

E se mesmo assim você quiser manter sites blogs e conteúdos que você não domina, você pode ganhar com o Google AdSense trabalhando com conteúdos que você pode adquirir de redatores freelance.

Então se tem esperança de ter alguma renda extra com Google AdSense, a melhor recomendação que te faço é que aprenda a usar o WordPress e faça conteúdos de qualidade, é assim que tenho feito nos últimos anos e posso dizer tranquilamente que dá muito resultado.

Para você que tem pouco conhecimento nesses assuntos e mesmo assim quer começar, recomendo que conheça os conteúdos preparados pelo Gustavo Freitas.

10 anos trabalhando e gerando receita pela internet

Comecei a vender produtos digitais por acaso, os infoprodutos sequer tinham esse nome. Em 2007, comecei a oferecer um arquivo digital através do PagSeguro.

Tudo ainda era muito manual e sem o conceito que temos hoje sobre páginas de venda, automação de emails, campanha de venda através do Facebook Ads ou Google AdWords. Desde então, foram quase duas mil vendas somente na Eduzz, onde mantenho meus infoprodutos no último ano.

Quero compartilhar um pouco do que aprendi neste longo caminho.

Veja o que já estão fazendo por aí, não copie, faça melhor

Lembre-se, provavelmente seu produto já possui um concorrente de peso. Tente-se espelhar, eu não disse copiar, e use sempre o bom senso.

Tenha um domínio próprio

A primeira grande mudança que realizei quando quis aumentar o meu número de vendas através da internet foi realizar a aquisição de um domínio próprio.

O domínio próprio permite que você tenha uma presença de marca mais confiável e também permite que você possa mandar todos os e-mails com o domínio da sua marca.

Você pode utilizar o Registro.br para dominios .com.br, ou qualquer outro serviço de compra de domínios no exterior para outras terminações de URL.

Landing pages e páginas de captura

Como eu te falei anteriormente, se o produto já deve ter um concorrente, então você pode verificar as práticas utilizadas. E com certeza, uma delas é uma página de destino ou Landing Page.

Nesta página de destino foco é unicamente a captação de e-mail para envio de oferta posterior, ou seja uma página de captura, ou uma página de vendas otimizada para conversão.

Em ambos os casos, novamente seus concorrentes diretos ou indiretos são uma boa base de conhecimento para a elaboração da sua página de vendas.

Na internet, o comportamento é outro

Uma venda não começa na divulgação direta do produto, usuário na internet tem um comportamento diferente de alguém que vai à um supermercado ou um shopping center atrás de um determinado produto.

Na internet, o usuário muitas vezes está em busca de uma solução para um problema específico ou na maioria das vezes seu foco não é a compra de um produto digital. Então cabe a você e a sua estratégia de comunicação, convencê-lo de que seu produto digital é uma oportunidade de solução rápida e barata.

Pautar sua estratégia de vendas em uma boa comunicação, um bom conjunto de fotos e imagens, vídeos, textos de apoio, e-mails, página no Facebook, grupos no Facebook, área de perguntas e respostas, é o que pode e fará a diferença na hora da sua conversão.

Minha estratégia

Hoje a minha estratégia principal é evitar a venda direta, mas trabalhar a captura de um e-mail. Para isso, mantenho alguns blogs, páginas no Facebook, uma estrutura com automação de emails na leadlovers e claro, toda a bagagem que acumulei nesses últimos anos.

Veja que não é algo trivial, por isso eu não poderia dizer que algo que pode se fazer com uma fórmula, guia o plano pronto, trata-se de um planejamento complexo, muitas vezes individual e que passa por diversas etapas de maturidade do seu negócio digital.

Eu comecei de uma maneira muito amadora, mas hoje se você pretende fazer algo impactante e relevante no seu orçamento mensal, com lucros através de vendas de produtos digitais, recomendo que não tente que começar como eu comecei.

Se no passado eu tivesse os recursos que existem disponíveis hoje, provavelmente me sentiria não só mais acolhido neste mercado, como teria uma curva de aprendizado muito mais acelerada.

Eu não sou a melhor pessoa para te explicar tudo isso, por isso recomendo fortemente que veja os conteúdos que são produzidos pelo Gustavo Freitas.

Emails como estratégia para tráfego

Manter uma lista de e-mail pode ser uma estratégia antiga, mas que ainda não é utilizada amplamente por muita gente que tem um negócio ou um site de conteúdo.

Pensei escrever este texto por algo que acabei de passar.

Um dos meus sites estava com uma baixa visitação, então juntei os endereços de e-mails que possuía na minha lista e fiz um envio para elevar o número de visitas oferecendo um conteúdo relevante para o meu público-alvo.

Os resultados foram imediatos: olhando pelo Google Analytics, notei uma alta imediata no tráfego. As visitas estavam próximas de 100 pessoas ativas e logo se aproximaram das 200 visitas ativas. Olha o print.

Hoje mantenho uma estrutura que comporta 25000 e-mails junto à leadlovers (você pode conhecer mais clicando aqui).

Então sempre que noto alguma queda no tráfego, posso incentivar minha lista de e-mail para retornar ao site mostrando algum conteúdo que seja interessante, tomando cuidado para não usar esse recurso de forma exagerada.

Você deve notar isso na sua caixa de e-mails, por exemplo, se você já fez uma reserva em algum hotel, pode ter recebido ofertas de hospedagens no período da Páscoa, que já está chegando.

Ou ainda aquele restaurante que vocês se cadastrou para ganhar uma promoção, pode te enviar uma mensagem indicando que está com um cardápio especial para o Dia das Mães e que é necessário fazer uma reserva antecipada.

Pensando em uma loja virtual, você pode oferecer um produto que está em grande número no estoque ou ainda negociar com fornecedor um preço diferenciado para algumas peças, assim, além de gerar a visualização do produto, você pode usar o atrativo do preço para incentivar ação de compra.

Resumindo, se você ainda não usa nenhuma ferramenta ou estratégia de e-mail marketing, pode ter certeza que existe dinheiro sendo perdido, por isso recomendo que comece o quanto antes.

Ferramentas nesse post:

  • Google Analytics (análise e monitoramento de tráfego)
  • leadlovers (ferramenta de emails)

Do tráfego até a venda de infoprodutos

Apesar de já ter esse site faz tempo, não é de hoje que venho querendo dar uma atualizada e postar conteúdos mais atualizados sobre marketing digital.

Nesta série de posts, quero mostrar como eu faço para gerar vendas pela internet. O foco desse post são infoprodutos, mas a lógica pode ser a mesma para serviços e produtos físicos, claro que com as devidas adaptações.

Quero te explicar de uma maneira clara e simples, portanto se em algum momento eu deixar escapar alguma coisa e você não entender, lembre-se da caixa de comentários no final desse texto e me avise.

Tráfego para o seu site

O primeiro passo é você ter alguma iniciativa digital, vou generalizar considerar que você possui um site próprio.

Partindo disso, você precisa de tráfego. Tráfego, é o termo que se usa no mercado, são as pessoas que visitam seu site. Elas podem vir de diversas fontes:

  • Google (tanto organicamente como tráfego pago)
  • Facebook (tráfego gerado por posts e também por patrocínio)
  • Sua base de email
  • visitas diretas (quando a pessoa digita a URL no navegador)

Agora a grande questão é: o que fazer com o seu tráfego para gerar vendas?

Uma alternativa é gerar tráfego e levá-lo direto para a compra do produto, mas você deve concordar comigo que, muitas vezes, um visitante do site pode nem estar procurando o seu produto ou na grande parte das vezes, ele nem sequer sabe que você existe e tem algo para vender.

Não é por isso que você deve descartar essa forma direta de vendas, alguns infoprodutos podem funcionar bem quando divulgados dessa forma ou quando o público-alvo é bem segmentado anteriormente.

Transformando tráfego em leads

Um conceito que vem ganhando muita força nos últimos anos e que ajuda realmente nas vendas (posso afirmar isso pois tenho mais de 1400 2000 vendas somente na Eduzz), é usar o tráfego para a geração de leads (leia lídis), ou seja, contatos por email.

Então gerar tráfego para gerar leads já é algo mais complexo do que somente uma divulgação direta do seu infoproduto (ou do produto que você é um afiliado), mas será que isso é realmente complicado?

Conteúdo de Qualidade

Uma das maneiras de gerar tráfego é através de conteúdo de qualidade.

Esse conteúdo pode ser apresentado por diversos meios:

  • um excelente post do seu blog
  • a oferta de um ebook
  • acesso à um video demonstrativo
  • tabelas, guias, PDFs

Popularmente, essa ação de oferecer algum conteúdo em troca do email passou a ser chamada de isca digital.

A isca digital, de uma forma resumida, funciona da seguinte forma: um usuário se interessa por um conteúdo, mas em troca deixa seu email para comunicação.

Na imagem acima tentei resumir esse processo.

Comunicação para vendas

Uma vez aberta a via de comunicação por email, é possível enviar automaticamente emails para se relacionar com um possível comprador e também fazer ofertas diretas.

Como falei anteriormente, nem sempre o visitante do seu site vai estar no momento da compra, e o trabalho de comunicação para realizar uma venda posterior muitas vezes é mais do que necessário.

Através do envio de emails você pode detalhar particularidades do seu produto ou solução, mostrar comparativos com outras opções do mercado, enviar conteúdos que sejam sobre assuntos relacionados.

Lembre-se de usar a comunicação por email para quebrar as objeções do seu lead, mostrando todo valor do seu produto (eu disse valor, não preço).

Tudo isso tem com o objetivo de criar um relacionamento do lead com você ou sua marca, potencializando a chance de uma venda posterior.

Conclusão

Espero que você tenha aprendido um pouco mais sobre o processo de vendas usando diversas fontes de tráfego e também através do relacionamento com o lead na fase pré-venda.

Claro que dá para detalhar muito mais cada um dos processos que envolvem uma venda de infoproduto, mas esse não é o objetivo deste texto inicial.

Agora peço que você, que leu esse texto até aqui, deixe seu comentário sobre o que achou. Deu para entender direitinho?

Ferramentas:

Ferramenta para Emails: leadlovers

Ferramenta para venda de infoprodutos: Eduzz